Gosto do frio, mas ele me faz dor. Faz com que eu escreva também porque é um quê de nostalgia, de chuva caindo na janela e gota inspirando letra. O pé fica gelado e o coração fica quente. Ponto exato de debruçar sobre o risco que traça a oportunidade da sanidade. É que se eu não escrevesse, teria ficado louca sem ter sido doida na vida. Escrever é como respirar.
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