Pausa da minha escrita.
Quero dias diferentes por enquanto.
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sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Frio
Gosto do frio, mas ele me faz dor. Faz com que eu escreva também porque é um quê de nostalgia, de chuva caindo na janela e gota inspirando letra. O pé fica gelado e o coração fica quente. Ponto exato de debruçar sobre o risco que traça a oportunidade da sanidade. É que se eu não escrevesse, teria ficado louca sem ter sido doida na vida. Escrever é como respirar.
terça-feira, 1 de julho de 2008
Relembrar
Hoje fui à uma missa de formatura. Revivi o meu momento, há cinco anos atrás. Lembrei do sabor da conquista, da felicidade por ter conseguido até alí, do choro dos meus pais, dos abraços recebidos, da promessa de fazer um País mais justo com o que aprendi e principalmente do desejo de resgatar as pessoas dos seus próprios fantasmas para o conhecimento dos seus próprios desejos.
Acho a minha profissão uma das mais bonitas do mundo. Primeiro porque não foi fácil esquecer tudo que aprendi na vida para compreender a lógica da mente; Segundo que poder ajudar alguém a ter outro olhar sobre o seu olhar das coisas, é satisfação infinita.
Depois de cinco anos, vi que não deixei de lado o que aprendi nem na faculdade, nem na vida. Esse equilíbrio me faz ter os pés no chão e ao mesmo tempo desgrudá-los desse lugar quando tudo está numa realidade real por demais. O meu voar é escrever. Na escrita posso ser tudo, até Psicóloga de mim mesma.
Acho a minha profissão uma das mais bonitas do mundo. Primeiro porque não foi fácil esquecer tudo que aprendi na vida para compreender a lógica da mente; Segundo que poder ajudar alguém a ter outro olhar sobre o seu olhar das coisas, é satisfação infinita.
Depois de cinco anos, vi que não deixei de lado o que aprendi nem na faculdade, nem na vida. Esse equilíbrio me faz ter os pés no chão e ao mesmo tempo desgrudá-los desse lugar quando tudo está numa realidade real por demais. O meu voar é escrever. Na escrita posso ser tudo, até Psicóloga de mim mesma.
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
Cinco de setembro
Fiz um acordo com um grande amigo meu: o de escrever todos os dias, parte do meu dia. A razão pode ser um registro de memória, uma lembrança. Uma forma de existir deixando uma obra. Não sou existencialista, mas sempre pensei que o quando o homem escreve algo e morre, ele fica. Da mesma maneira quando se tem um filho e seus genes vão se perpetuando. Como naquela brincadeira “hoje não!” onde você dá um tapa na cabeça do camarada e ele vai dando em outro e outro e outro... isso também deve ser existir, porque existência não é um conceito muito longe da prática, o contrário! Existir é prática, talvez menos que pensar. Heresia! Pensar é existir, mas confesso que estou morrendo de preguiça dos pensamentos complexos, das masturbações mentais, do ego e da vaidade. Ainda que com preguiça, não fujo à regra. Sou vaidosa com meu pensamento. Cuido dele mais que de minha própria pele, e confesso também que isso pode ser uma incrível burrice, afinal estou no mundo da aparência, do físico, da imagem. Quero um creme para massagear o pensamento.
Esse blog
Este espaço nasce de uma tentativa de existir de alguma maneira diante de perdas sequenciais e significativas num mesmo dia. Nunca aprendi tanto em tão pouco tempo. Nunca sofri tanto também. De toda maneira, o que não consigo dizer é traduzido em linhas que são analisadas por mim mesma, de tempo em tempo. Sinto que as palavras não estão amargas, mas com um quê de tristeza misturado com um desejo de melhora e superação. Esse espaço nasce de uma tentativa de viver de algum jeito, de querer produzir e alcançar algum sentimento no outro que lê. Desabafo ético com o comprometimento do que eu sinto traduzido em letra.
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