Sou pensamento brando e vulcão acelerado.
sábado, 8 de novembro de 2008
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
O soninho do João Pedro
Eu tinha que saber congelar a imagem do João Pedro quando vai dormir. Ele deita no meu colo e abre as mãozinhas como se fosse voar. Depois fica brincando com o ar, como se ele tivesse alguma consistência. E viaja... Ver isto todos os dias é a coisa mais gostosa do mundo.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Coração na mão

Resolvi sair da toca. E num entusiasmo com a vida aceitei até música sertaneja em boite. Quem diria! Mas esse universo noturno, das gandaias e afairs, definitivamente passa longe do que tenho realmente prazer. A noite me traz um vazio quando me deixo perder no que eu não sou. Senti meu coração na mão diante das lembranças de um tempo que eu era satisfeita em não ter que sair a noite pra me divertir. Chorei. Lágrima boba que não ajuda em nada, só faz doer.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Meu avô e o Galo
Meu avô foi à Aparecida do Norte. Espera-se que se traga presentes santos desse lugar, mas ele trouxe para minha tia um relógio grande com o símbolo do Galo, time dele do coração. As vezes eu acho mesmo que ele tem o atlético como coisa santa, mas não imaginava que era tanto assim... sem comentários.
Casamento
Com trinta anos posso dizer que tenho muita história pra contar. Muita coisa saudosa, outras tristes, outras fantásticas! Dentre tantas, uma me tirou o sono esses dias. É que uma amiga me ligou dizendo que iria se casar e queria me fazer um convite. Imaginei que seria madrinha de casamento, uma vez que deu uma epidemia de casamentos e convites para ser testemunha e tal, mas não. Minha amiga Marina vai se casar e me pediu para CE-LE-BRAR o casamento. De supetão eu ri e aceitei, mas quando vi que não era brincadeira veio "um trem" inexplicável. Como assim celebrar um casamento? E eu fiquei com essa pergunta por dias. Aceitar seria algo demais pra mim. Não aceitar seria concordar com os que me fazem discordar. O que fazer?
O casamento da Marina vai ser uma celebração para poucos amigos e familiares. Será num sítio e ela ficará com os pés no chão, junto com seu noivo, o Pedro Ivo. Os dois acreditam que uma cerimônia pra ser especial tem que ser íntima, simples.
Foi pensando na simplicidade então, enquanto virtude mais difícil de ser alcançada, que resolvi aceitar o convite. Nunca fui padre na vida, nem monge. Mas acredito que não há outras mãos melhores para abençoar aos que amamos do que as nossas próprias mãos. É disso que vou falar e é na simplicidade que vou fazer. E a Marina ensinou isso, numa fração do amor que ela tem, inclusive por mim, quando me escolheu: gente humana, imperfeita, pequena; pra celebrar o seu dia de alegria.
Estudando a simplicidade vi que o seu contrário não é o complexo, mas sim o falso que nos distancia da nossa essência simples, do que precisamos pra sermos felizes realmente. Admiro a Marina por estar no caminho dessa virtude. Desprender-se das coisas, dos dogmas , das regras e apostar numa coisa só: o amor...
Sinto-me agradecida e espero saber encontrar as palavras merecidas para um momento único e especial.
O casamento da Marina vai ser uma celebração para poucos amigos e familiares. Será num sítio e ela ficará com os pés no chão, junto com seu noivo, o Pedro Ivo. Os dois acreditam que uma cerimônia pra ser especial tem que ser íntima, simples.
Foi pensando na simplicidade então, enquanto virtude mais difícil de ser alcançada, que resolvi aceitar o convite. Nunca fui padre na vida, nem monge. Mas acredito que não há outras mãos melhores para abençoar aos que amamos do que as nossas próprias mãos. É disso que vou falar e é na simplicidade que vou fazer. E a Marina ensinou isso, numa fração do amor que ela tem, inclusive por mim, quando me escolheu: gente humana, imperfeita, pequena; pra celebrar o seu dia de alegria.
Estudando a simplicidade vi que o seu contrário não é o complexo, mas sim o falso que nos distancia da nossa essência simples, do que precisamos pra sermos felizes realmente. Admiro a Marina por estar no caminho dessa virtude. Desprender-se das coisas, dos dogmas , das regras e apostar numa coisa só: o amor...
Sinto-me agradecida e espero saber encontrar as palavras merecidas para um momento único e especial.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Reiki

Ontem, dia primeiro de novembro, fui iniciada no Reiki. Descobri essa terapia tibetana, que manipula a energia vital com a técnica de imposição de mãos e visa o estabelecimento do equilíbrio energético, promoção de saúde e bem estar.
A iniciação foi especial. Senti como é possível canalizar essa energia para o bem e dentro de mim. Foi um dia importante, um presente generoso do universo que agora posso usar para fazer o bem a outros também.
O Reiki é mais que uma técnica terapêutica oriental. É para mim, doação de amor.
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